Lua Nova

 

Poster Lua Nova

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Bella Swan

Bella Swan

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Edward Cullen

Edward Cullen

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Jacob Black

Jacob Black

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1. A Festa

2 

“— Devia estar de bom humor, hoje é seu dia — sussurrou ele. Seu hálito doce soprava em meu rosto.

— E se eu não quiser ficar de bom humor? — perguntei minha respiração irregular.

Seus olhos dourados arderam.

— Isso é péssimo.

Minha cabeça já estava girando quando ele se aproximou mais de mim e colocou os lábios gelados nos meus. Como era a intenção dele, sem dúvida eu me esqueci de todas as preocupações e me concentrei em lembrar de como respirar.

Sua boca pairou na minha, fria, suave, gentil, até que passei os braços por seu pescoço e me atirei no beijo com um pouco de entusiasmo demais. Pude sentir os lábios dele se curvarem para cima enquanto ele se afastava de meu rosto e tentava sair do meu abraço.

— Seja boazinha, por favor — sussurrou ele em minha bochecha. Ele apertou os lábios com delicadeza contra os meus mais uma vez e se afastou, cruzando os meus braços em minha barriga.”

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“Todos esperavam na enorme sala de estar branca; quando passei pela porta eles me receberam com um coro alto de “Parabéns pra você” enquanto eu corava e olhava para baixo. Alice, imaginei, tinha coberto cada superfície da casa com velas cor-de-rosa e dezenas de vasos de cristal repletos de centenas de rosas. Havia uma mesa com uma toalha branca ao lado do piano de cauda de Edward com um bolo de aniversário cor-de-rosa, mias rosas, uma pilha de pratos de vidro e outra pequena, de presentes embrulhados em papel prateado.

Era cem vezes pior do que eu imaginara.

Edward, sentindo minha angústia, passou um braço encorajador em minha cintura e beijou o alto da minha cabeça.

Os pais de Edward, Carlisle e Esme — incrivelmente jovens e lindos, como sempre —, eram os que estavam mais perto da porta. Esme me abraçou com cuidado, o cabelo macio cor de caramelo roçando meu rosto enquanto ela me dava um beijo na testa, e depois Carlisle pôs o braço em meus ombros.

— Desculpe por isso, Bella — ele sussurrou. — Não conseguimos refrear Alice.”

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“Rosalie e Emmett estavam atrás deles. Rosalie não sorriu, mas pelo menos não me encarou. O rosto de Emmett estava esticado em um sorriso enorme. Fazia meses desde que os vira; tinha me esquecido de como Rosalie era gloriosamente bonita — quase doía olhar para ela. E será que Emmett sempre fora tão…grande?

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“Peguei o pacotinho, revirando os olhos para Edward enquanto passava o dedo sob a beira do papel e o puxava da fita.

— Droga — murmurei quando o papel cortou meu dedo. Puxei-o para examinar os danos. Uma única gota de sangue saía do corte minúsculo.

Então tudo aconteceu com muita rapidez.

— Não — rugiu Edward.

Ele se atirou sobre mim, jogando-me de costas contra a mesa. Ela desabou, com eu, espalhando o bolo e os presentes, as flores e os pratos. Aterrissei na bagunça de cristal espatifado.

Jasper se lançou sobre Edward e o som era como estrondo de pedregulhos rolando em uma ladeira.”

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 “Houve outro barulho, um grunhido terrível que parecia vir do fundo do peito de Jasper.

Emmett pegou Jasper por trás no segundo exato, fechando-o em um aperto de aço, mas Jasper lutava, os olhos desvairados, e vazios focalizados só em mim.

Jasper lutou contra o abraço inflexível de Emmett, girando o corpo, lançando se para o irmão com os dentes à mostra, os olhos ainda irracionais.”

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 “Houve outro barulho, um grunhido terrível que parecia vir do fundo do peito de Jasper.

Emmett pegou Jasper por trás no segundo exato, fechando-o em um aperto de aço, mas Jasper lutava, os olhos desvairados, e vazios focalizados só em mim.

Jasper lutou contra o abraço inflexível de Emmett, girando o corpo, lançando se para o irmão com os dentes à mostra, os olhos ainda irracionais.”

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“Tonta e desorientada desviei a atenção do sangue vermelho e brilhante que jorrava do meu braço — e olhei nos olhos febris dos seis vampiros repentinamente vorazes.

Apenas Carlisle permaneceu calmo. Os séculos de experiência no pronto-socorro eram evidentes em sua voz tranqüila e cheia de autoridade.

— Emmett, Rose, levem Jasper para fora.

Carlisle se ajoelhou a meu lado, inclinado-se a fim de examinar meu braço. Eu podia sentir o choque congelado em meu rosto e tentei recompô-lo.”

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“Tonta e desorientada desviei a atenção do sangue vermelho e brilhante que jorrava do meu braço — e olhei nos olhos febris dos seis vampiros repentinamente vorazes.

Apenas Carlisle permaneceu calmo. Os séculos de experiência no pronto-socorro eram evidentes em sua voz tranqüila e cheia de autoridade.

— Emmett, Rose, levem Jasper para fora.

Carlisle se ajoelhou a meu lado, inclinado-se a fim de examinar meu braço. Eu podia sentir o choque congelado em meu rosto e tentei recompô-lo.”

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3. O fim

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“— Vamos dar uma caminhada — sugeriu numa voz sem emoção, pegando minha mão”.

Não respondi. Não conseguia pensar numa forma de protestar, mas imediatamente sabia que queria fazer isso. Eu não estava gostando. Isso é ruim, muito ruim, a voz na minha cabeça repetia sem parar.

Mas ele não esperou por uma resposta. Puxou-me para o lado leste do jardim, onde o bosque o invadia. Eu o segui de má vontade, tentando pensar em meio ao pânico. Era o que eu queria, lembrei a mim mesma. A oportunidade de discutir tudo isso. Então por que o pânico me sufocava?

Demos somente alguns passos entre as arvores quando ele parou. Mal estávamos na trilha — eu ainda podia ver a casa.

Uma caminhada.

Edward encostou numa árvore e me fitou, a expressão indecifrável.

— Tudo bem, vamos conversar — eu disse. Pareci mais corajosa do que me sentia.

Ele respirou fundo.

— Bella nós vamos embora.

Respirei fundo também. Era uma opção aceitável. Pensei que estivesse preparada. Mas ainda precisei perguntar.

— Por que agora? Mais um ano…

— Bella, está na hora. Afinal quanto tempo mais poderemos ficar em Forks?  Carlisle não ode passar dos 30, e ele agora diz ter 33. Logo teremos de recomeçar, de qualquer forma.

A resposta dele me confundiu. Pensei que o sentido de ir embora era deixar que sua família vivesse em paz. Por que tínhamos de ir embora se eles estavam partindo? Olhei para Edward, tentando entender o que ele queria dizer.

Ele me encarou com frieza.

— Quando você diz nós…— sussurrei.

— Quero dizer minha família e eu. — Cada palavra separada e distinta.

Balancei a cabeça para trás e para a frente mecanicamente, tentando organiza-la. Ele esperou sem nenhum sinal de impaciência. Precisei de alguns minutos para conseguir falar.

—    Tudo bem — eu disse. — Vou com você.

—    Não pode, Bella. Aonde vamos… não é o lugar certo para você.

—    Onde você está é o lugar certo para mim.

—    Não sou bom para você, Bella.

—    Não seja ridículo. — Queria aparentar raiva, mas pareceu apenas que eu estava implorando. — Você é a melhor parte da minha vida.

—    Meu mundo não é para você — disse ele de maneira sombria.

—   O que aconteceu com Jasper…Não foi nada, Edward! Nada!

—   Tem razão — concordou ele. — Foi exatamente o esperado.

—   Você prometeu! Em Phoenix, você prometeu que ficaria…

—   Desde que fosse o melhor para você — ele interrompeu para me corrigir.

—   Não! Tem a ver com a minha alma, não é? — eu gritava, furiosa, as palavras saindo de mim numa explosão. De algum modo, ainda parecia uma súplica. — Carlisle me falou disso, e eu não me importo! Você pode ter minha alma. Não a quero sem você…Ela já é sua!

Ele respirou fundo e por um longo momento encarou o chão, sem ver. Sua boca se retorceu um pouco. Quando enfim ele se voltou para mim, seus olhos estavam diferentes, mais duros — como se o ouro líquido tivesse solidificado.

—   Bella, não quero que você venha comigo. — Ele pronunciou as palavras de modo lento e preciso, os olhos frios em meu rosto, observando-me absorver o que ele realmente estava dizendo.

Houve um pausa enquanto eu repetia as palavras em minha cabeça algumas vezes, procurando o seu verdadeiro significado.

—   Você… não… me quer? — experimentei dizer, confusa pelo modo como as palavras soavam, colocadas nessa ordem.

—   Não.

Eu olhei, sem compreender, nos olhos dele. Ele me fitava de volta sem desculpas. Seus olhos eram como topázio — duros, claros e muito profundos. Eu parecia enxergar dentro deles pro quilômetros, e, no entanto, em nenhum lugar nas profundezas sem fim conseguia ver uma contradição para o que ele acabara de dizer.

— Bom, isso muda tudo. — Fiquei surpresa ao ver como minha voz parecia calma e razoável. Devia ser por que eu estava cem por cento entorpecida. Não conseguia entender o que ele me dizia. Ainda não fazia sentindo algum.

Ele desviou os olhos para as arvores ao voltar a falar.

—   É claro que sempre a amarei… de certa forma. Mas o que aconteceu na outra noite me fez perceber que está na hora de mudar. Por que… estou cansado de fingir ser uma coisa que não sou, Bella. Não sou humano. — Ele voltou a me olhar, e a superfície gelada do seu rosto perfeito não era humana.— Permiti que isso durasse tempo demais, e lamento.

—   Não lamente. — Agora minha voz era só um sussurro; a consciência começava a me invadir; gotejando como ácido em minhas veias. — Não faça isso.

Ele simplesmente olhou para mim, e em seus olhos eu pude ver que minhas palavras chegaram tarde demais. Ele tinha feito.

—   Você não é boa para mim, Bella. — Ele mudara de idéia, e eu não tinha argumentos. Eu sabia muito bem que não era boa suficiente para ele.

Abri a boca para falar, depois voltei a fechá-la Ele esperou, paciente, o rosto sem emoção alguma. Tentei novamente.

—   Se… é isso que você quer.

Ele assentiu uma vez.

Todo meu corpo ficou dormente. Eu não conseguia sentir nada abaixo do pescoço.

—   Mas gostaria de lhe pedir um favor, se não for demais — disse ele.

Perguntei-me o que ele viu em meu rosto, porque algo passou pela expressão dele, uma reação. Mas, antes que eu pudesse identificar, ele recompôs as feições na mesma máscara serena.

—   O que quiser. — prometi, a voz um pouco mais forte.

Enquanto eu olhava, seus olhos congelados derreteram. O ouro tornou-se líquido de novo, fundido, ardendo nos meus com uma intensidade que me oprimia.

—   Não cometa nenhuma imprudência, nenhuma idiotice — ordenou ele, agora sem aquele desligamento. — Entende o que estou dizendo?

Eu assenti, desamparada.

Seus olhos esfriaram e a distância voltou.

—   Estou pensando em Charlie, é claro. Ele precisa de você. Cuide-se… por ele.

Assenti de novo.

—   Vou me cuidar — sussurrei.

Ele pareceu relaxar um pouco.

—   E, em troca, vou lhe fazer uma promessa — disse ele. — Prometo que esta será a última vez que vai me ver. Não voltarei. Não a farei passar por nada como isso novamente. Você poderá seguir com sua vida sem qualquer interferência minha. Será como se eu nunca estivesse existido.

Meus joelhos devem ter começado a tremer, porque de repente as árvores oscilaram. Eu podia ouvir o sangue martelando mais rápido do que normal em meus ouvidos. A voz dele parecia distante.

—   Não se preocupe. Você é humana… Sua memória não passa de uma peneira. O tempo cura todas as feridas para sua espécie.

—   E as suas lembranças? — perguntei. Parecia que havia algo preso em minha garganta, como se eu estivesse sufocando.

—   Bem…— ele hesitou por um breve segundo — …não vou esquecer. Mas minha espécie… Nós distraímos com muita facilidade. — Ele sorriu; o sorriso era tranqüilo e aparecia em seus olhos.

Ele se afastou de mim.

—   Acho que isso é tudo. Não vamos incomodá-la de novo.

O plural atraiu minha atenção. Isso me surpreendeu; achava que perceber qualquer coisa estava além da minha capacidade.

—   Alice não vai voltar — percebi. Não sei como ele me ouviu; as palavras não tinham som algum, mas ele pareceu entender.

Ele sacudiu a cabeça devagar, sempre olhando meu rosto.

—   Não. Todos já foram. Fiquei para trás para lhe dizer adeus.

—   Alice foi embora? — Minha voz decrescente era inexpressiva.

—   Ela queria se despedir, mas a convenci de que uma ruptura sem trauma seria o melhor para você.

Eu estava tonta; era difícil me concentrar. As palavras dele giravam em minha cabeça e ouvi o médico do hospital de Phoenix, na primavera anterior, enquanto me conduzia para a radiografia. Pode-se ver que é um a ruptura se trauma, com os dedos acompanhado a imagem de meu osso quebrado. Isso é bom. Vai se curar com mias facilidade, com mais rapidez.

Tentei respirar num ritmo normal. Eu precisava me concentrar, encontrar uma forma de sair daquele pesadelo.

—   Adeus, Bella — disse ele na mesma voz baixa e tranqüila.

—   Espere! — Eu me engasguei com a palavra, estendendo o braço para ele, obrigando minhas pernas dormentes a me levarem para frente.

Pensei que ele também estivesse estendendo os braços para mim. Mas suas mãos frias se fecharam em meus pulsos e prenderam-nos ao lado de meu corpo. Ele se inclinou e tocou os lábios muito de leve na minha testa pelo mais breve dos instantes. Meus olhos se fecharam.

—   Cuide-se — sussurrou ele, firo contra minha pele.

Veio uma brisa leve, nada natural. Meus olhos se abriram. As folhas de um pequeno bordo estremeceram com o vento suave de sua passagem.

Ele se fora.”

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5. Trapaça

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— Bella! — Sue sorriso animado se espalhava pelo rosto, os dentes brilhantes destacando-se num contraste vívido com a cor avermelhada de sua pele. Eu nunca vira seu cabelo sem rabo-de-cavalo habitual. Caía como uma cortina de cetim preto do dois lados do rosto largo.

Oi, Jacob! — Senti um surto desconhecido de entusiasmo ao ver o sorriso dele. Percebi que estava contente em vê-lo. Descobrir isso me surpreendeu.

— Jacob, o que você entende de motocicletas? — perguntei.

Ele deu de ombros.

—     Alguma coisa. Meu amigo Embry tem uma moto velha. Às vezes trabalhamos nela juntos. Por quê?

—     Bom… — Fiz um biquinho enquanto pensava. Não tinha certeza de se ele conseguiria manter a boca fechada, mas não tinha muitas alternativas. — Comprei há pouco tempo duas motos e elas não estão nas melhores condições. Pensei se você poderia colocá-las para funcionar.

—     Legal! — Ele pareceu satisfeito de verdade com o desafio. Seu rosto se iluminou. — Vou tentar.

Eu estendi um dedo, alertando.

—     O caso é que — expliquei — Charlie não aprova motos. Francamente, uma veia explodiria na testa dele se ele descobrisse. Então não pode contar a Billy.

—     Claro, claro. — Jacob sorriu. — Eu entendo.

—     Vou pagar a você — continuei.

Isso o ofendeu.

—     Não. Quero ajudar. Não pode me pagar.

—     Bom… E uma troca, hein? — Eu inventava enquanto falava, mas parecia bem razoável. — Eu só preciso de uma moto… E vou necessitar de umas aulas também. Então, que tal isso: eu lhe dou a outra moto, depois você pode me ensinar?

—     De-mais. — Ele dividiu a palavra em duas sílabas.

—     Espere um minutinho… Você já pode dirigir? Quando é seu aniversário?

—     Você esqueceu — brincou ele, semicerrando os olhos num ressentimento fingido. — Tenho 16 anos.”

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10. A Campina

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“ Que sorte eu estar sozinha!

Sozinha. Repeti a palavra com uma satisfação soturna ao me levantar, apenas dor. Nesse exato momento, uma figura saiu das árvores ao norte, a uns trinta passos de distancia.

E, por fim, o reconhecimento.

—     Laurent! — gritei, num prazer surpreso.

Foi uma reação irracional. Eu devia estar paralisada de medo.

—     Bella? — perguntou ele, parecendo mais pasmo do que eu.

—     Você lembra. — Eu sorri. Era ridículo que eu ficasse tão eufórica porque um vampiro sabia o meu nome.

Ele deu um sorriso malicioso.

O peso de Laurent mudou de lado, e eu cambaleei outro passo para trás.

Ele franziu o cenho.

—     Mesmo assim, imagino que ela vá ficar irritada.

—     Então por que não espera por ela? — comentei com a voz engasgada.

Um sorriso cruel refez as feições dele.

—     Bem, você me pegou em um mau momento, Bella. Eu não vim a este lugar em missão por Victoria… Estava caçando. Estou com muita sede e você tem um cheiro… simplesmente de dar água na boca.

Eu o encarei com pavor.

Ele farejou a brisa que soprava os fios de meu cabelo em sua direção.

—     De dar água na boca — repetiu, inspirando profundamente.

O nome dele atravessou todos os muros que eu construíra para contê-lo . Edward, Edward, Edward. Eu ia morrer. Não ia importar se eu pensasse nele agora. Edward, eu te amo.

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13. Assassino

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“— Oi, Bella.

A voz de Jacob veio do escuro e me fez saltar. Era suave, quase tímida, mas eu estava esperando um alerta de sua aproximação pelas pedras ruidosas, então ainda assim ela me sobressaltou. Eu podia ver a silhueta contra o sol que começava a nascer — ele parecia enorme.

—     Jake?

Ele estava a vários passos de distância, balançando-se com ansiedade de um pé para outro.

—     Billy me disse que você apareceu… Não demorou muito, não é? Eu sabia que você podia descobrir.

—     É agora eu me lembro da história certa — sussurrei.

Fez-se silêncio por um bom tempo, e embora ainda estivesse escuro demais para enxergar, minha pele formigou como se os olhos dele examinassem meu rosto. Devia haver luz suficiente para Jacob ler minha expressão porque, quando ele voltou a falar, sua voz de repente estava ríspida.

—     Você podia ter apenas ligado — disse ele asperamente.

Assenti.

—     Eu sei.

O sol transformou as nuvens num rosa prateado acima de nós. Agora eu podia ver a expressão dele; era colérica, frustrada, traída.

—     Poderia… Bom, tentar não ser um… lobisomem? — sugeri num sussurro.

Ele lançou as mãos para o alto.

—     Como se eu tivesse alguma escolha! — gritou. — E como isso ajudaria, se você está preocupado com as pessoas desaparecendo?

—      Não entendo você.

Ele me fitou, os olhos semicerrados e a boca se retorcendo num rosnado.

—     Sabe o que me deixa tão louco que me dá vontade de vomitar?

—     Você é tão hipócrita, Bella… Fica aí sentada, apavorada comigo! Acha que isso é justo? — As mãos dele tremiam de raiva.

—     Hipócrita? Como ter medo de um monstro faz de mim uma hipócrita?

—     Argh! — grunhiu ele, pressionando as têmporas com os punhos trêmulos e fechando os olhos bem apertados. — Você percebeu o que disse?

—     O quê?

—     Bem, eu lamento muito não ser o tipo certo de monstro para você, Bella. Acho que não sou tão bom quanto um sanguessuga, não é?

—     Não, você não é! — gritei. — Não é o que você é, idiota, é o que você faz!

—     O que quer dizer?— rugiu ele, todo corpo tremendo de raiva.

—     Jacob — pedi, num tom suave e tranqüilo — É necessário mesmo matar pessoas, Jacob? Não existe outro jeito? Quer dizer, se vampiros podem achar uma forma de sobreviver sem assassinar gente, você não poderia tentar também?

Ele endireitou o corpo com um solavanco, como se minhas palavras tivessem dado um choque elétrico. As sobrancelhas se ergueram e os olhos ficaram arregalados.

—     Matar gente? — perguntou.

—     Do que você acha que estávamos falando?

—     Eu pensei que estivéssemos falando de seu nojo por lobisomens.

—     Não, jake, não. Não é por você ser um lobo. Isso não é um problema — garanti, e sabia, enquanto pronunciava aquelas palavras, que estava sendo sincera. Não me importava mesmo que ele se transformasse em um lobo imenso; ainda era o Jacob. — Se puder pelo menos encontrar um jeito de não machucar as pessoas… É isso que me aborrece. São pessoas inocentes, Jake, gente como Charlie, e não posso virar a cara enquanto você…

—     É só isso mesmo? Mesmo?— ele me interrompeu, um sorriso abrindo em seu rosto. — Só está com medo porque sou um assassino? É essa a única razão?

—     Não é o bastante?

Ele começou a rir.

—     Jacob Black, isso não é nada engraçado!

—     Claro, claro — concordou ele ainda rindo.

Ele deu um passo longo e me pegou em outro abraço cruel de urso.

—     Com sinceridade, você realmente não se importa que eu me transforme num lobo gigante? — perguntou ele, a voz alegre em meu ouvido.

—     Não — ofeguei. —Não… consigo… respirar… Jake!

Ele me soltou, mas pegou as minhas mãos.

Eu não sou um assassino, Bella.

Examinei seu rosto e ficou claro que era verdade. O alívio pulsou em meu corpo.

—     É verdade?— perguntei.

—     É — prometeu solenemente.

Joguei meus braços a seu redor. Isso me lembrou do primeiro dia com as motos — mas ele estava maior e eu agora me sentia ainda mais parecida com uma criança.

Como da outra vez, ele afagou meu cabelo.

—     Desculpe por ter chamado você de hipócrita.

—     Desculpe por ter chamado você de assassino.

Ele riu.”

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16. Párisphinumkpfxiumi

Jake não demorou muito. O ronco do motor da picape interrompeu o silêncio antes do que eu esperava. Sem dizer nada, ele me ajudou a sair do sofá, mantendo o braço em meu ombro quando o ar frio do lado de fora me fez tremer. Assumiu o banco do motorista sem pedir e me puxou para junto de si, para manter o braço firme a minha volta. Encostei a cabeça em seu peito.

—     Como você vai para casa? — perguntei.

—     Não vou ainda não pegamos a sanguessuga, lembra?

Meu tremor seguinte nada teve a ver com o frio.

Depois disso, a viagem foi silenciosa. O ar gelado me despertou. Minha mente estava alerta, funcionando muito bem e muito rápido.

E se acontecesse? Qual era a atitude certa a tomar?

Agora eu não conseguia imaginar minha vida sem Jacob — eu me encolhia de medo só de tentar pensar nisso. De certo modo, ele se tornara essencial para minha sobrevivência. Mas deixar a situação como estava… era crueldade, como Mike dissera?

Lembrei-me de ter desejado que Jacob fosse meu irmão. Agora percebia que o que eu de fato queria era reivindicá-lo para mim. Não parecia nada fraternal quando ele me segurava daquele jeito. Era apenas gostoso — quente, reconfortante e familiar. Seguro. Jacob era um porto seguro.

Eu podia reivindicar meus direitos. Tinha poder para isso.

Tinha de dizer tudo a ele, sabia disso. Era a única maneira de ser justa. Precisava explicar direito, para que ele soubesse que eu não estava me recompondo, que ele era bom demais para mim. Ele já sabia que eu estava arrasada, essa parte não o surpreenderia, mas ele precisava saber a extensão disso. Tinha de admitir até mesmo que eu estava louca — explicar sobre as vozes que ouvia. Ele precisava saber de tudo antes de tomar uma decisão.

Mas, mesmo quando reconheci essa necessidade, sabia que ele me aceitaria, apesar de tudo. Ele sequer pensaria duas vezes.

Teria de me comprometer com isso — comprometer o máximo de mim que ainda restava, cada um de meus fragmentos. Era a única maneira de ser justa com Jacob. Será que eu faria? Conseguiria?

Seria tão errado fazer Jacob feliz? Mesmo que o amor que eu sentia por ele não passasse de um eco fraco do que eu era capaz de amar, mesmo que meu coração estivesse muito longe, vagando e lamentando por meu Romeu volúvel, seria assim tão errado?

Jacob parou o carro em frente à casa escura e desligou o motor, então, de repente, fez-se silêncio. Como tantas outras vezes, ele agora parecia estar sintonizado com meus pensamentos.

Ele passou o outro braço por mim, apertando-me contra seu peito, prendendo-me a ele. Mais uma vez, era gostoso. Quase como ser uma pessoa inteira de novo.

Achei que Jake estivesse pensando em Harry, mas ele falou e sua voz tinha um tom de desculpas.

—     Me perdoe. Sei que você não sente o mesmo que eu sinto, Bells. Juro que não ligo. Só estou tão feliz por você estar bem que poderia até cantar… E isso é uma coisa que ninguém quer ouvir. — Ele soltou seu riso rouco em minha orelha.

Minha respiração se acelerou um pouco, arranhando as paredes de garganta como areia.

Edward, embora indiferente, não gostaria que, dadas as circunstâncias, eu fosse o mais feliz possível? Não restaria amizade suficiente para ele querer o melhor para mim?Achei que sim. Ele não me negaria isso: dar ao meu amigo Jacob só um bocadinho do amor que ele não queria. Afinal, não era o mesmo amor.

Jake apertou o rosto quente contra minha cabeça.

Se eu virasse o rosto de lado — se colocasse meus lábios em seu ombro nu… Eu sabia exatamente, sem dúvida alguma, o que viria a seguir. Seria muito fácil. Não haveria necessidade de explicações naquela noite.

Mas eu conseguiria fazer isso? Conseguiria trair meu coração ausente para salvar minha vida patética?

Borboletas assaltaram o meu estômago quando pensei em virar a cabeça.

E depois, tão clara como se eu corresse um perigo imediato, a voz aveludada de Edward sussurrou em meu ouvido.

“Seja feliz”, disse-me.

Fiquei paralisada.

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18. O enterro

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“Ele estava parado á uns dois metros da porta, o nariz contorcido de desgosto, mas de outras formas o seu rosto estava suave – uma máscara. Ele não me enganou; eu podia ver as mãos dele tremendo fracamente.

A hostilidade rolava nele como ondas. Ela parecia trazer de volta aquela horrível tarde quando ele havia preferido Sam a mim, e eu senti o meu queixo se erguer defensivamente em resposta.

O Rabbit de Jacob estava parado perto da esquina com Jared atrás de uma das rodas e Embry no banco do passageiro. Eu entendi o que isso queria dizer: eles estavam com medo de deixar ele vir sozinho.

Isso me deixou triste, e um pouco aborrecida. Os Cullen não eram daquele jeito.

— Oi — eu finalmente disse quando ele não falou.

Jake torceu os lábios, ainda permanecendo longe da porta. Os olhos dele estavam revistando a frente da casa.

Eu tranquei os dentes.

— Ela não está aqui. Você precisa de alguma coisa?

Ele hesitou.

— Você está sozinha?

— Sim — eu suspirei.

— Eu posso falar com você por um minuto?

— É claro que você pode, Jacob. Entre

Jacob olhou por cima do ombro para os seus amigos no carro. Eu vi Embry balançar a cabeça só um pouquinho. Por alguma razão, isso me incomodou imensamente.

Meus dentes se apertaram de novo. “Covarde”, eu murmurei por baixo do meu fôlego.

Os olhos de Jake voltaram pra mim, as suas sobrancelhas grossa, pretas se juntando num ângulo furioso em cima dos seus olhos fundos.

A mandíbula dele se apertou e ele marchou – não há outro jeito de descrever o jeito que ele se moveu – pela calçada e levantou os ombros pra passar por mim e entrar na casa.

Eu prendi o olhar primeiro com Jared e depois com Embry – eu não gostava do jeito como eles me olhavam; será que eles realmente achavam que eu ia deixar alguma coisa machucar Jacob? ”

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Alice ficou imóvel no pé das escadas.

“Bella”, ela gaguejou.

Eu me atrapalhei ficando de pé e corri para o lado dela. Os olhos dela estavam confusos e distantes, o rosto dela estava cansado e mais branco que osso. O pequeno corpo dela tremia como se houve um redemoinho dentro dela.

“Alice, qual é o problema?”, eu perguntei. Eu coloquei minhas mãos no rosto dela, tentando acalmá-la.

Os olhos dela se focaram nos meus abruptamente, arregalados de dor.

“Edward”, ela sussurrou.

O meu corpo reagiu mais rápido do que a minha mente foi capaz de captar as implicações das palavras dela.

No começo eu não entendia porque a sala estava rodando ou de onde o zumbido vazio dos meus ouvidos estava vindo.

Minha mente trabalhou, incapaz de tirar um sentido do rosto esbranquiçado de Alice e o que Edward poderia ter a ver com isso, enquanto meu corpo já estava balançando, procurando o alívio na inconsciência antes mesmo que ela me encontrasse.

As escadas ficaram num ângulo estranho.

A voz furiosa de Jacob de repente estava no meu ouvido, soltando uma fileira de palavras profanas. Eu senti uma vaga desaprovação.

Os novos amigos dele claramente eram uma má influência.

Eu estava no sofá sem entender como havia chegado lá, e Jacob ainda estava xingando.

Eu podia sentir que estava havendo um terremoto – o sofá estava tremendo embaixo de mim.

“O que você disse pra ela?”, ele quis saber.

Alice ignorou ele. “Bella? Bella sai dessa. Nós temos que nos apressar”.

“Afaste-se”, Jacob avisou.

“Acalme-se, Jacob Black”, Alice ordenou. “Você não quer fazer isso tão perto dela”.

“Eu não acho que vou ter nenhum problema pra encontrar meu alvo”, ele respondeu, mas a voz dele parecia um pouco mais calma.

“Alice?”, minha voz estava fraca. “O que aconteceu?”, eu perguntei, mesmo sem querer ouvir a resposta.

“Eu não sei”, ela gemeu de repente. “O que ele está pensando?!”

Eu trabalhei pra me colocar de pé apesar da tontura. Eu me dei conta de que era no braço de Jacob que eu estava me agarrando pra ter apoio. Era ele quem estava tremendo, não o sofá.

Alice estava tirando um pequeno celular prateado da bolsa quando eu a re-localizei. Os dedos dela discaram os números tão rapidamente que eram só um vulto.

“Rose, eu preciso falar com Carlisle agora”, a voz dela chicoteava as palavras. “Tá, assim que ele estiver de volta. Não, eu vou estar num avião. Olha, você tiveram alguma notícia de Edward?”

Alice pausou agora, escutando com uma expressão que ficava mais e mais pasma a cada segundo. A boca dela se abriu em um pequeno O de tão horrorizada, e o telefone tremia na mão dela.

“Porque?”, ela asfixiou. “Porque você faria isso, Rosalie?” Qualquer que tenha sido a resposta, ela fez a mandíbula dela trincar de raiva. Os olhos dela brilharam e se estreitaram.

“Bem, no entanto, você está errada nas duas situações, Rosalie, então isso deve ser um problema, você não acha?” ela perguntou acidamente. “Sim, é isso mesmo. Ela está absolutamente bem – eu estava errada… É uma longa história… Mas você está errada nessa parte também, foi por isso que eu liguei… Sim, foi exatamente isso o que eu vi”.

A voz de Alice estava muito dura e seus lábios estavam curvados em cima dos dentes. “É um pouco tarde demais pra isso, Rose. Guarde o seu remorso pra alguém que acredite nele”. Alice fechou o telefone com um rápido movimento dos dedos.

Os olhos dela estavam torturados quando ela olhou pro meu rosto.

“Alice”, eu soltei rapidamente. Eu não podia deixar ela falar ainda. Eu precisava de mais alguns segundos antes que ela falasse e as palavras dela destruíssem o que havia restado da minha vida.

“Alice, mas Carlisle está de volta. Ele acabou de ligar antes de…” Ela olhou pra mim com um olhar vazio. “A quanto tempo?” ela perguntou com uma voz confusa.

“Meio minuto antes de você aparecer”.

“O que foi que ele disse?” Ela realmente estava prestando atenção agora, esperando pela minha resposta.

“Eu não falei com ele”, meus olhos voaram pra Jacob.

Alice virou o seu olhar penetrante pra ele. Ele tremeu, mas continuou sentado ao meu lado.

Ele sentou de um jeito estranho, quase como se fosse usar seu corpo como um escudo pra mim.

“Ele perguntou por Charlie, e eu disse que Charlie não estava aqui”,

Jacob murmurou ressentido.

“Isso é tudo?”, Alice quis saber, a voz dela era como gelo.

“Depois ele desligou na minha cara”, Jacob mandou de volta. Um tremor desceu a espinha dele, me fazendo tremer junto.

“Você disse pra ele que Charlie estava no funeral”, eu o lembrei.

Alice jogou a cabeça dela de volta pra mim. “Quais foram as palavras exatas dele?”

“Ele disse ‘Ele não está aqui’ e Carlisle perguntou onde Charlie estava, Jacob disse ‘No funeral'”.

Alice gemeu e caiu e joelhos.

“Me conte Alice”, eu sussurrei.

“Aquele não era Carlisle no telefone”, ela disse desesperançosa.

“Você está me chamando de mentiroso?” Jacob rosnou do meu lado.

Alice o ignorou, focando em meu rosto desnorteado.

“Era Edward”, as palavras eram só um soluço sussurrado. “Ele acha que você está morta”.

Minha mente começou a trabalhar de novo. Essas não eram as palavras que eu estava esperando, e o alívio clareou minha cabeça.”

“Rosalie disse a ele que eu me matei, não disse?”, eu perguntei, suspirando enquanto relaxava.

“Sim”, Alice admitiu, seus olhos brilhavam duramente de novo.

“Em defesa dela, ela realmente pensava isso. Eles confiam demais nas minhas visões pra uma coisa que funciona tão imperfeitamente Mas pra fazer ela rastrear ele desse jeito! Será que ele não se dava conta… ou se importa…?” A voz dela desapareceu de horror.

“E quando Edward ligou pra cá, ele pensou que Jacob estava se referindo ao meu funeral”, eu me dei conta. Me machucou saber o quanto eu estive perto, a apenas alguns centímetros da voz dele. A minhas unhas cravaram no braço de Jacob, mas ele nem se mexeu.

Alice olhou pra mim estranhamente. “Você não está triste”, ela sussurrou.

“Bem, esse não é um senso de timing muito bom, mas tudo vai se esclarecer. Da próxima vez que ele ligar, alguém vai dizer pra ele… o que… realmente”, minha voz falhou.

O olhar dela estrangulou as palavras na minha garganta.

Porque ela estava tão apavorada? Porque o rosto dela estava se torcendo com piedade e com horror? O que foi isso que ela havia acabado de dizer á Rosalie no telefone? Alguma coisa relacionada ao que ela viu… e o remorso de Rosalie; Rosalie jamais sentiria remorso por alguma coisa que acontecesse comigo. Mas se ela machucasse a sua família, o seu irmão…

“Bella,” Alice cochichou. “Edward não vai ligar de novo. Ele acreditou nela.”

“Eu. Não. Entendo”, minha boca formou cada palavra silenciosamente. Eu não conseguia soltar o ar pra realmente dizer as palavras e fazer ela me explicar.

“Ele vai para a Itália”.

Me levou a velocidade de um pulsar do meu coração pra entender.

Quando a voz de Edward voltou na minha cabeça agora, ela não era a perfeita imitação das minhas ilusões. Era só o tom fraco, vazio, das minhas memórias. Mas só as palavras já foram suficientes pra atingir o meu peito e fazê-lo se abrir de novo. Palavras de um tempo quando eu podia ter apostado tudo o que eu tinha e tudo que podia pegar emprestado no fato de que ele me amava.

Bem, eu não ia viver sem você, ele disse enquanto assistíamos Romeu e Julieta juntos, aqui nessa mesma sala. Mas eu não tinha certeza de como fazer isso… eu sabia que Emmett e Jasper jamais iriam me ajudar… então eu pensei que talvez eu pudesse ir para a

Itália e fazer alguma coisa pra provocar os Volturi… Você não deve irritá-los. Não a menos que você queira morrer.

Não a menos que você queira morrer.

“NÃO!” Essa negação meio gritada foi tão alta, depois das palavras sussurradas, que fez todo mundo pular. Eu senti o sangue correndo para o meu rosto enquanto me dava conta do que ela havia visto.

“Não! Não, não, não! Ele não pode! Ele não pode fazer isso!””

A aventura começa agora…

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~ por thicapri em setembro 29, 2009.

4 Respostas to “Lua Nova”

  1. Nussa! Dorei o blog de vcs. Taum fofs. Dorei os trechos do livro. Sucesso pra vcs!!!

    ps: vocs deveriam dilvugar o blog ^^

    bjxxx

  2. Adorei o blog… sucesso para vcs!

  3. sem comentários……

  4. perfeitaaas as fts!!!!blog bem legal!!!!
    bjs

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